ESXi 5 – Configurações iniciais e a primeira VM

Com o servidor ESXi instalado de acordo com o Artigo “Instalando o VMware ESXi 5”, segue então as configurações básicas a serem feitas e a instalação da primeira Máquina Virtual e o Sistema Operacional Guest.

Neste artigo não abordaremos nenhuma funcionalidade ou configuração avançada relacionada com o vCenter (servidor central de gerenciamento), como Clusters, HA, DRS, FT, dvSwitches, Host Profiles, vMotion e Storage vMotion. E mesmo configurando a rede para o VMotion, não abordaremos esse assunto com profundidade nas linhas abaixo. Então vamos lá…

Instale o vSphere Client no seu Desktop e em seguida conecte-se ao ESXi host:

esxi_vSphereClient

Nota: Você pode baixar o software de instalação a partir do seu servidor ESXi: http://esxhost01  e clique em “Download vSphere Client”. Ou pelo site da VMware: http://my.vmware.com/web/vmware/downloads.

No primeiro acesso será perguntado sobre o Certificado de segurança. Marque a checkbox para instalar o Certificado e clique em “Ignore” para prosseguir:

esxi_Certificate_Ignore

 

Se você estiver rodando um servidor ESXi como teste (Trial), você receberá um aviso sobre a quantidade de dias restantes antes que a licença de teste expire. Clique “Ok”. Então você verá algo semelhante à figura abaixo:

esxi_1stScreen

 

Para continuar com as configurações iniciais/básicas, clique na Tab “Configuration” –> Networking –> Properties no vSwitch0, conforme abaixo:

esxi_vSwitch0

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Cisco UCS – Roteiro de Instalação Parte II (IaaS)

Cisco-UCS

Bem, com toda a parte física já instalada, agora é hora de iniciar as configurações.

Fase de Configuração

1. Configure o Cluster e as interfaces de gerenciamento

  • Você vai precisar usar um cabo USB/Serial/RJ-45 para se conectar na porta de Console dos FIs
  • Configure primeiro o FI “A” e o Cluster
  • Uma vez que o Cluster foi criado, connecte-se ao FI “B” e faça então a configuração inicial.

Uma vez que as portas L1/L2 estão conectadas entre os FIs, o sistema vai detectar que o Cluster já existe e vai te perguntar se o segundo FI fará parte do Cluster.

 

Nota: Durante a configuração, o sistema adicionará automaticamente “-A” e “-B” ao hostname de cada FI. Assim se o nome do cluster/system for UCSDOMAIN01, o nome dos FIs serão:  UCSDOMAIN01-A e UCSDOMAIN01-B. Considere isso na criação dos registros “A” no srevidor DNS.

 

Uma vez que a configuração inicial foi feita na Console, agora você pode continuar a partir da rede, via GUI. Exemplo: https://UCSDOMAIN01

Lembre-se que você precirá de no mínimo Java 1.6 rodando em seu computador para acessar o UCS Manager

2. Mude a Discovery Policy, para detectar todas as conexões entre os Chassis e os Fis:

  • Equipment à Global policies à “Chassis/FEX Discovery Policy”

Mude para “Platform Max”, e clique on “Save Changes”

3. Configure as portas dos módulos Fabric Internconnects (Fis)

  • Configure as Unified Ports / Uplink FC Ports (Storage)
  • Configure as Server Ports (Chassis)
  • Configure as Uplink Ports (Network)

Dica: Cada porta habilitada contará nas licensas. Então desabilite qualquer porta que não esteja sendo utilizada. No modelos 6296, 18 portas são licenciadas de fábrica por padrão.

4. Uma vez que os Chassis são descobertos/identificados, confirme isso usando a opção “Acknowledge Chassis”

  • Clique em cada Chassis –> No painel “Action”, clique em “Acknowledge Chassis”

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Cisco UCS – Roteiro de Instalação Parte I (IaaS)

Cisco-UCS

Existem documentações diversas para implantar e configurar uma infraestrutura Cisco UCS (Unified Computing Systems) para Nuvens Públicas e Privadas, mas considero de grande importância se ter um “roteiro” de instalação, uma descrição progressiva dos passos, para concluir com êxito o processo de implantação da plataforma.

Dividimos então esse roteiro em duas partes:

  1.  Fase de Preparação (Pré-Configuração)
  2. Fase de Configuração

Fase de Preparação (Pré-Configuração)

  1. Coordenar com a equipe de instalações físicas o local (rack) onde os Chassis e os Fabric Interconnects (FIs) vão ser instalados
  2. Ter então instalados nesse(s) rack(s): Eletricidade e um par de PDUs (Geralmente os PDUs para os equipamentos Cisco UCS possuem conectores diferentes do que os PDUs que já estão instalados nos racks do tipo padrão)
  3. Assim que o rack estiver preparado, instale os Chassis e no mínimo um par de FIs, para a composição da alta-disponibilidade do Domínio UCS (Cluster)
  4. Chegou a hora do Cabeamento:
    1. Defina que portas dos FIs serão usadas para as conexões com os módulos FEX dos chassis. Exemplo: Portas 1-24
    2. Defina as portas dos FIs que serão usadas para as coneções de rede (northbound connection). Exemplo: Portas 25-32
    3. Defina quantas portas dos FIs serão usadas para o Storage, lembrando que a ordem das portas  é da direita para a esquerda. Exemplo: Se você quiser usar 4 Portas para as conexões de storage usando os Fabric Interconnects 6296, você poderia definir as portas 46-48 para os Uplinks FC ports.
    4. Tenha as portas de switch de rede e de switch SAN definidos para a instalação. Deste modo você saberá exatamente onde conectar cada cabo:
      –>
      Conexões para os Switches de gerenciamento
      –> Conexões para os Switches das redes relacionadas: Pública, Privada, Corporativa, etc.
    5. Assim, instale o cabeamento de acordo com o design que você definiu nos passos anteriores e de acordo com todas as portas de switch atribuídas.
    6. Tanto o cabeamento como os conectores (SFPs) devem estar de acordo com as especificações da Cisco:
  •  Entre FIs (Portas L1/L2): Cat5/6 / RJ-45 – 1Gb
  • Entre Chassis/FI: Fiber + SFPs 10Gb
  • Entre FI/Switch: Fiber + SFPs 10Gb
  • Entre FI/SAN: Fiber + SFPs 4Gb ou 8Gb
  1. 5.       Tenha em mãos os Endereços IPs e Hostnames para os FIs
    1. IPs para o Cluster e para cada Fabric individualmente,
    2. IPs para o pool de gerenciamento (CIMC/KVM).

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Citrix Synergy 2012 – Sessão de Abertura

Vídeo da Sessão de Abertura da Citrix Synergy, em San Francisco, Califórnia. Em 10 de Maio de 2012, com o CEO da Citrix: Mark Templeton.

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Cloud Security – Como realizar Pentest em ambientes de Cloud Computing

Tradução livre do Artigo em Inglês: “How to pen test cloud computing environments”, por Dave Shackleford

Muitas organizações que estão migrando recursos para ambientes de Cloud Computing, necessitam de avaliar as vulnerabilidades e executarem testes de penetração em seus ativos críticos, a fim de determinar se existem vulnerabilidades e quais os riscos que elas trazem. Em muitos casos, as exigencias de conformidade podem também conduzir à necessidade de Pentests. Entretanto, realizer varreduras e pentests num ambiente de Nuvem, é algo diferente do que executamos num ambiente de rede e aplicações tradicionais. Esse artigo irá ajudá-lo em como executar testes de penetração em Cloud Computing. Leia o resto »

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Virtual Machine – Escolhendo o tipo de vNIC apropriado

Na hora de criar uma nova Máquina Virtual (VM), nós definimos alguns componentes básicos como a quantidade de vCPU, quantos GB de RAM será alocado para essa VM, se precisará de algum acesso à Floppy e USB devices, qual o tipo de disco, sua controladora e espaço alocado, e também quantas Placas de Rede essa VM vai ter.

Pois bem, durante esse processo de criação/configuração da Máquina Virtual, é de extrema importancia definir não somente a quantidade de vNICs que uma VM deve ter, mas também que tipo de Placa de Rede deve ser atribuída a ela.

Através deste artigo, descrevemos os diversos tipos de Placa de Rede que um VM, rodando em servidores ESX/ESXi pode ter, uma vez que isso determinará suas funcionalidades e desempenho, bem como limitações no tráfego de rede.

Bascicamente, existem 4 tipos de configurações de adaptador de rede, conforme descrito abaixo:


Figura1: Propriedades da VM, Configuração de Rede

 

FLEXIBLE

Esse é o tipo padrão (default) sempre que um VM é criada, mesmo que essa VM seja resultado de uma migração P2V (Física para Virtual). Esse tipo de Adaptador de Rede Virtual irá funcionar como “vlance” se o vmtools não estiver instalado no Sistema Operacional guest da VM. Vlance é uma emulação da placa de rede AMD 79C970 PCNet32 LANCE NIC, que é uma NIC antiga com capacidade de apenas 10Mbps e que funciona na maioria dos Sistemas Operacionais de 32-Bits. Mas não se aplica ao Windows Vista, Windows 2008 e Windows 7. É uma boa forma temporária de conseguir colocar um driver de rede em ação, em termos de compatibilidade para sistemas mais antigos.

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Introdução ao VMware PowerCLI

O PowerCLI é uma ferramenta de linha de comando da VMware, baseada no Microsoft PowerShell, criada para dar suporte aos Engenheiros e Administradores do VMware vSphere, em suas tarefas de gerenciamento e automação do ambiente de virtualizaçao.

Essa ferramenta pode ser usada para automatizar tarefas nos servidores vSphere (vCenter/ESX/ESXi), HA Clusters, Storage (Datastores), Networks (Virtual Switches) e nas VMs.

Existem mais de 220 cmdlets (linhas de comando) disponíveis em sua versão 4 e mais de 260 cmdlets na versão 5.0, úteis e disponíveis para automatizar o gerenciamento da infraestrutura vSphere. Essas linhas de comando residem em DLLs e são chamadas de “Spap-ins”. Detalhe: Inteiramente grátis!

 

Requisitos e Suportabilidade

Essa ferramenta, em sua versão 5.0, pode ser instalada nos seguintes Sistemas Operacionais:

  • Windows 7
  • Windows Server 2008
  • Windows Vista
  • Windows XP SP2
  • Windows 2003 Server SP2

E irá funcionar tanto nas versões de 32-Bits como 64-bits.

Também não pode faltar o .NET Framework 2.0 SP1 e o Windows PowerShell 1.0/2.0

Utilizando o PowerCLI 5.0, os seguintes ambientes podem ser gerenciados:

  • VMware ESXi 5.0 / 4.1
  • VMware ESX 4.1 / 4.0 U2 / 4.0 U1
  • vCenter Server 5.0 / 4.1 / 4.0 U2 / 4.0 U1

 

Instalação e Configuração

A primeira coisa a fazer é o download do PowerCLI a partir do seguinte endereço: http://www.vmware.com/go/powercli

Antes de começar a instalação, é necessário fazer uma alteração no PowerShell.

Por padrão, o Powershell está no Mode de Execução “Restricted” (restrito), onde não permite nenhum comando ser executado. Ele está completamente Lockdown. Leia o resto »

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Integrando servidores ESX/ESXi com o Active Directory

A partir do vSphere 4.1, nós podemos adicionar os hosts ESX/ESXi como servidores membros no Active Directory. Assim, este artigo descreve como realizar essa tarefa.

Você deve estar se perguntando sobre o porque adicionar um host ESX ao Active Directory, e a resposta é simples: Quando nós adicionamos um host ao AD, ele irá procurar por um grupo chamado ESX Admins, o qual nós precisamos criar no AD, e adicionar a esse grupo todos os usuários que administrarão esse host em específico. Assim, podemos acessar diretamente um host por SSH ou vSphere Client, por exemplo, e usar um usuário do domínio para logar no host.

Assim, neste artigo usaremos os seguintes elementos:

  • Servidores ESXi 4.1: sv571esx01 e sv571esx02
  • Servidor vCenter: sw571vc01
  • Grupo Global do AD: ESX Admins

Alguns itens precisam ser verificados antes de realizar essa configuração: Leia o resto »

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Serie tudo o que você precisa saber sobre Hyper-V!!!

Através dessa Série de 5 Artigos, você terá uma visão panorâmica do Microsoft Hyper-V, sua arquitetura, requisitos de hardware, procedimentos de instalação e configuração.
Saiba como criar a administrar Máquinas Virtuais, discos, redes e outros recursos de virtualização.

 

Abaixo esão os links para download:
Extensão XPS: Download
Extenção PDF: Download

 

Ou se desejar acessar individualmente cada artigo, segue os links:
Série *Tudo o que você precisa saber sobre Hyper-V* Parte 1 ( Overview/Update )

 

Abraços amigos.
Levi Bertolino

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Hyper-V R2 + Storage e Cluster Shared Volume. Você questiona, agente responde!

Hi Pessoal.
Amigos nesses ultimos dias observei que muita gente tem dúvidas relacionada ao Cluster Shared Volume, Resolvi procurar algo que esclarecesse essas duvidas, então veja abaixo as informações reunidas!!!
O que é um volume compartilhado de cluster?
Um cluster de volume compartilhado (CSV) é um volume que é simultaneamente disponível diretamente ler e escrever por todos os nós em um cluster de Failover Microsoft ®. Este recurso, chamado de Direct I/O, torna-se possível, fornecendo um sistema de arquivos de acesso distribuído, que permite que cada nó utilizar sua interconexão de armazenamento — Internet SCSI (iSCSI), Fibre Channel, SAS (Serial Attached SCSI) — para a comunicação com o volume da matriz de armazenamento compartilhado. Além disso, o CSVs fornecem a capacidade de redirecionar dados pela rede, no caso de um nó perde seus caminhos para a matriz de armazenamento compartilhado.

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